<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3479542050379379368</id><updated>2012-01-24T14:17:14.147-03:00</updated><title type='text'>Estranho Por Natureza</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://estranhopornatureza.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3479542050379379368/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estranhopornatureza.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Edilberto Magalhães</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17054568379623728765</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-70T-zYVakLU/TaOSDDrhCMI/AAAAAAAAADc/EXtrXf0JRBU/s220/OgAAAO8g2b-0K2Eow13OV-P5PObitSGv5ODLLFMZqtunB3BNN9YPcdWYzmjaWR5t_J8XYT8y3kDCHKgRZEEQomUdKm8Am1T1UD9Sjq67NYblquohb8cCpkI2ny8i.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>5</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3479542050379379368.post-6316651100973466079</id><published>2009-01-15T15:53:00.003-03:00</published><updated>2009-01-15T17:25:10.754-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;Capítulo IV&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;Passos para o caus&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;&lt;br /&gt;Por DuDu Magalhães&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;Não demorou muito para que o pequeno Edilberto encontrasse os lugares mais perigosos da casa da sua mãe. Tomadas, estantes, cadeiras, mesas, e até geladeira eram os seus locais prediletos. Este último -a geladeira - foi um dos mais marcantes/importantes na sua vida. Foi ali que ele começou a dar os seus primeiros passos no mundo da dança, tudo graças a sua tia Rute.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quase todos os dias ele escalava alguns objetos que se encontravam ao lado da geladeira e ficava lá encima dançando. Desde criança gostava de dançar, e a timidez não era o seu forte. Sua tia Rute o ensinou alguns passos de dança - ela era uma grande fã desta arte - e assim ele ficava horas ali dançando, com um grande perigo de cair de lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas será que os seus pais não ficavam preocupado com isso?! Ficavam sim, mas o foco, naquele momento, era outro: o Frank. Sebastiana, sua esposa, estava gravida, e ele, um garoto irresponsável, não se dava conta do grande problema que estava enfrentando. Pedro e Tereza eram quem sustentavam eles. Essa "despesa extra" levou novamente a família Magalhães à uma crise financeira. Desta vez mais complexa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A situação era cada vez mais difícil, e após alguns meses nasce Suzane. Uma menina linda, pequena e sorridente. Filha de Frank e Sebastiana, sobrinha do pequeno Edilberto que tinha acabado de completar seus dois anos de idade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedro e Tereza novamente ajudaram o casal, que agora, já tinha uma outra postura: Frank estudava muito para o concurso da Marinha e Sebastiana, após alguns dias em casa, voltou ao trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dias de calmaria se fizeram presente na família Magalhães, mas os problemas novamente viriam, desta vez com o pequeno Edilberto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa manhã em que tudo parecia normal, novamente Edilberto subiu na geladeira para dançar, após alguns instantes ali se divertindo sem algum adulto por perto, ele cai no chão. Um grito foi ouvido na sala, aonde todos estavam conversando. Imediatamente eles correram para a cozinha e ao depararem com Edilberto no chão, caído, se desesperaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levaram-no ao médico, e se constatou que nada de grave aconteceu, ele não tinha fraturado nada, foi apenas um "susto" segundo médico. A família Magalhães ficou aliviada e descobriram então, naquele dia, que Edilberto era um garoto muito forte e "sortudo". Mal sabiam eles que foi apenas um fato isolado...&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3479542050379379368-6316651100973466079?l=estranhopornatureza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estranhopornatureza.blogspot.com/feeds/6316651100973466079/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estranhopornatureza.blogspot.com/2009/01/captulo-iv-passos-para-o-caus-por-dudu.html#comment-form' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3479542050379379368/posts/default/6316651100973466079'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3479542050379379368/posts/default/6316651100973466079'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estranhopornatureza.blogspot.com/2009/01/captulo-iv-passos-para-o-caus-por-dudu.html' title=''/><author><name>DuDu Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_aPOjPlZXYxI/SQiKHMi8xtI/AAAAAAAAAPI/HPZSmvL-DQM/S220/Duka!.jpg'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3479542050379379368.post-7918686089310770612</id><published>2009-01-09T15:57:00.000-03:00</published><updated>2009-01-09T16:01:22.764-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div  style="text-align: center;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;Capítulo III&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;Estabilização Quebrada&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;&lt;br /&gt;Por DuDu Magalhães&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div  style="text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Após o susto do nascimento do pequeno Edilberto e as dificuldades enfrentadas, a família Magalhães caminhava para a calmaria. Pedro foi chamado para assumir o cargo de policial civil, foi um dos primeiros colocados no concurso público e recebeu uma medalha de honra ao mérito. Tereza, já recuperada conduzia a família com muita competência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato de Edilberto não abrir os olhos, levou os seus pais a levarem-no ao médico.  Depois de um exame, constatou-se que não havia problema algum com ele, apenas tinha herdado os olhos pequenos de algum familiar, e que em breve ele abriria os olhos. Pedro e Tereza ficaram aliviados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dias se passavam cada dia mais rápidos, e a estabilidade financeira e emocional finalmente chegou. Tudo estava no caminho certo, Edilberto abriu os seus pequenos olhos, seus irmãos, que não eram poucos, 5 no total, estavam bem na escola, com notas boas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Edilberto sempre foi uma criança diferente. Aparentemente frágil, mas com uma mente muito criativa e uma força emocional invejável, quase nunca chorava. Com 7 meses de idade já ensaiava os primeiros passos, e aos 8 já corria pela casa derrubando objetos, e bagunçando tudo o que parecia estar arrumado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tereza ficava em casa cuidando dos filhos e da casa, enquanto Pedro trabalhava. Para conseguir dar conta das suas tarefas ela tinha que amarrar Edilberto numa cadeirinha, e ali ele ficava durante horas, se ficasse "solto" não deixava ela fazer nada e batia nos seus irmãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com 1 ano de idade Edilberto começou a falar e a demonstrar seu gosto por brinquedos um tanto quando diferentes. Nunca gostou de jogar futebol com seus irmãos, ou viajar com os bonecos vulgo "hominhos", sempre preferiu experiencias mais fortes. Tinha o costume de pegar lagartixas com a mão e parti-las ao meio, gostava de ver como o rabo continuava mexendo. Gostava também de brincar com a calculadora, aparelhos eletroeletrônicos e tinha um grande apreço pelo lápis, gostava de rabiscar as coisas.  Com esse gosto pelo "diferente" desde cedo foi se afastando dos seus irmãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seus pais achavam estranho os gostos do pequeno Edilberto, mas não ficaram muito preocupados. Na verdade, Frank, o filho mais velho do primeiro casamento de Tereza, estava roubando a atenção deles. Ele sempre foi um garoto problemático, mas, após a morte do seu pai de forma trágica, as coisas pioraram.Ele foi o responsável da vinda da família Magalhães para Cuiabá-MT. Se envolveu com pessoas de baixo calão e obrigou toda família a procurar um local mais seguro. Com o nascimento do Edilberto e os problemas enfrentados pela família nos primeiros meses em Cuiabá, ele acalmou. Mas após as coisas ficarem mais estáveis, ele voltou a aprontar. Desta ver ele tinha se envolvido com uma mulher muito mais velha que ele, e no auge dos seus dezeseis anos de idade, se viu obrigado a casar, pois engravidou a moça. Sua mãe não queria acreditar no que estava acontecendo, mas Pedro a acalmou e resolveram aceitar a situação, claro, depois de muita briga, pois a futura esposa do Frank era uma mulher, digamos, ousada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim estava a vida da família Magalhães no 1º ano de vida do pequeno Edilberto. Como seria a convivência com a esposa do Frank? A estabilidade financeira e emocional que haviam conquistado estava indo por água abaixo, e seria inevitável o equilíbrio mental.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3479542050379379368-7918686089310770612?l=estranhopornatureza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estranhopornatureza.blogspot.com/feeds/7918686089310770612/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estranhopornatureza.blogspot.com/2009/01/captulo-iii-estabiliza-o-por-dudu.html#comment-form' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3479542050379379368/posts/default/7918686089310770612'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3479542050379379368/posts/default/7918686089310770612'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estranhopornatureza.blogspot.com/2009/01/captulo-iii-estabiliza-o-por-dudu.html' title=''/><author><name>DuDu Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_aPOjPlZXYxI/SQiKHMi8xtI/AAAAAAAAAPI/HPZSmvL-DQM/S220/Duka!.jpg'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3479542050379379368.post-5355741724941804344</id><published>2009-01-06T13:22:00.000-03:00</published><updated>2009-01-06T14:50:57.748-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;Capítulo II&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:100%;" &gt;Os primeiros dias&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;Por DuDu Magalhães&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Pedro e Tereza estavam felizes com o nascimento do seu filho, mas sabiam eles que não seria fácil criá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após alguns dias no hospital, mãe e bebê foram liberados para ir para casa. Esse foi um momento difícil, pois lá não havia fraldas nem muitas roupas para o bebê. Tereza cogitou pedir ajuda para   seus familiares, mas Pedro, orgulhoso desde criança, não concordou, e falou que daria um jeito. Tereza temia pelo seu filho, e na manhã seguinte telefonou para Cláudio -seu cunhado- para avisar que elas já estavam em casa. Naquela mesma tarde Cláudio foi visitá-los e ao ver aquela situação ofereceu ajuda. Tereza ficou pensativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pedro não gostaria disso! Mas estamos precisando tanto... Pensou Tereza.&lt;br /&gt;- Eu quero ajudar pois é meu sobrinho. Falou Cláudio olhando dentro dos olhos de Tereza.&lt;br /&gt;- Tudo bem Cláudio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na manhã seguinte Cláudio chega com várias fraldas, roupas e alimentos. Pedro não havia ido ao serviço, e ficou surpreso com aquela situação, mas não falou nada, apenas agradeceu Cláudio e disse que assim que desse iria pagá-lo. Cláudio apenas sorriu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À noite Pedro e Tereza conversaram sobre o nome que dariam ao bebê, e após uma longa conversa fica decidido que Pedro escolheria. Logo pela manhã Pedro foi ao cartório registrar o seu filho. No caminho encontrou Luís, um velho amigo de Campo Grande-MS, que há muito tempo não via. Foram preciosos e nostálgicos os instantes de conversa entre eles. Lembraram-se dos tempos de criança, das artes cometidas, dos sonhos realizados e dos desejos esquecidos. Trocaram endereço e se despediram com a promessa de se visitarem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tereza aguardava ansiosa para saber qual nome Pedro tinha dado ao seu filho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Oi meu amor, como foi lá?&lt;br /&gt;- Deu tudo certo.&lt;br /&gt;- E qual com qual nome você o registou?&lt;br /&gt;- Edilberto Angelo Magalhães&lt;br /&gt;- Que lindo o nome, diferente também!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se olharam com desejo, e se abraçaram com muito amor. As mãos percorriam os corpos, e então um beijo aconteceu, um beijo daqueles quentes... daqueles que é um convite ao sexo. Mas quando eles namoravam um pouco, o pequeno Edilberto Magalhães acordou e chorou muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após alguns instantes com ele no colo, Tereza o acalma e ele volta a dormir. Pedro e Tereza ficam admirando seu filho, mas pensando sobre como seria o futuro, por que a criança não abria os olhos, seria mesmo ele um deficiente físico?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perguntas no ar e respostas no vácuo, assim foram os primeiros dias do pequeno Edilberto Magalhães. Mas, era apenas o começo, e o começo determinaria o "fim" &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3479542050379379368-5355741724941804344?l=estranhopornatureza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estranhopornatureza.blogspot.com/feeds/5355741724941804344/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estranhopornatureza.blogspot.com/2009/01/captulo-ii-os-primeiros-dias-por-dudu.html#comment-form' title='16 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3479542050379379368/posts/default/5355741724941804344'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3479542050379379368/posts/default/5355741724941804344'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estranhopornatureza.blogspot.com/2009/01/captulo-ii-os-primeiros-dias-por-dudu.html' title=''/><author><name>DuDu Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_aPOjPlZXYxI/SQiKHMi8xtI/AAAAAAAAAPI/HPZSmvL-DQM/S220/Duka!.jpg'/></author><thr:total>16</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3479542050379379368.post-1642219676584899709</id><published>2008-12-29T12:52:00.000-03:00</published><updated>2008-12-29T14:27:38.677-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;CAPITULO I&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O Nascimento&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Por DuDu Magalhães&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Eram quase 14:00 horas de uma quarta-feira, lá fora o sol brilhava forte e poucas nuvens no céu desenhavam o cotidiano daquela pacata cidade, onde o sol forte ditava o ritmo da vida. Uma vida cruel para alguns e animadora para outros. Isso porque havia ali uma grande contradição social, que não ia de encontro à politica [supostamente] pregada, pelo prefeito da mesma. Mas isso não era algo tão raro assim, e não era o que fazia àquela cidade especial.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquela mesma tarde de quarta-feira, Tereza, uma moça que há quase 9 meses carregava em seu ventre uma criança, fruto do seu amor com Pedro, daria à luz a mesma de uma forma inusitada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sua gravidez foi um tanto quanto difícil, sua família passara por dificuldades financeiras, bem como emocionais. Pois a pouco tinham se mudado, fruto de problemas relacionados ao seu filho mais velho, cujo os mesmos levaram a família a uma desestabilização econômica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por volta das 14:25 fora examinada pelo médico, a constatação do mesmo foi que a criança nasceria só à noite. Pobre doutor, não sabia que seu diagnóstico estava completamente errado, pois, logo após ele se virar, Tereza se levanta da cama de exames, e depois de alguns passos, percebe que algo estranho acontecia nos "países baixos": seu filho estava nascendo! Aquele foi um grande susto, ela não sabia como reagir, e forçou o nascimento indiretamente [uma reação natural do seu corpo] com isso a crianças foi arremessada para o mundo, ficando apenas ligada ao mundo interior pelo cordão umbilical.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escuta-se então um choro no corredor do hospital. Médicos e enfermeiros nem imaginavam que uma criança nascera a pouco ali, mas quando se depararam com a situação, ficaram surpresos ,  imediatamente colocaram a Tereza com o bebê numa cama, e tomaram as providencias cabíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso, na sala de espera, Pedro aguarda impaciente por informações sobre seu filho e esposa. -Será que eles estão bem?. Está era a pergunta que Pedro mais se fazia, enquanto andava de um lado para o outro roendo suas unhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Dr. Como eles estão?. Com um ar de medo, Pedro pergunta ao Dr.&lt;br /&gt;- Mãe e bebê passam bem. O Dr. Alivia Pedro.&lt;br /&gt;- Ufa! Quando posso vê-los?. Pedro, com um olhar esperançoso pergunta ao Dr.&lt;br /&gt;- No final da tarde. O Dr. respondo com um sorriso no rosto&lt;br /&gt;- Tudo bem. Obrigado!. Pedro o agradece, dando-lhe a mão&lt;br /&gt;- É apenas o meu trabalho... O Dr.vai embora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto as horas se passam, pedro lê um jornal para passar o tempo. O sol vai ficando menos quente, e se pondo...  um raio de luz entra pela fenda da janela e ilumina os olhos de Pedro. Seria um aviso de Deus?. Pensou pedro, que olhando para o relógio percebeu que estava na hora de ir ver seu filho e sua esposa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os passos que separavam a sala de espera, do quarto onde se encontram o bebê e a mãe foram dos mais longos para Pedro. No caminho pensava como seria se filho, qual o nome lhe daria... Ao abrir a porta do quarto, viu sua esposa e seu filho, os dois estavam bem. Um sorriso contagiante tomou conta de toda sua alma, palavra alguma foi dita, apenas olhares e sorrisos fizeram aquele momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao pegar seu filho no colo, Pedro percebeu que os olhos do bebê não abriam, nascera ele com alguma deficiência física? e por que ele era tão pequeno? como seria o futuro sem muita grana para mantê-lo?...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas e outras perguntas se fizeram presente nos pensamentos de Pedro enquanto abraçava seu filho como se estivesse abraçando a sua alma...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este foi o nascimento, mas o futuro guardava algumas surpresas....&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3479542050379379368-1642219676584899709?l=estranhopornatureza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estranhopornatureza.blogspot.com/feeds/1642219676584899709/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estranhopornatureza.blogspot.com/2008/12/capitulo-i-o-nascimento-eram-quase-1400.html#comment-form' title='26 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3479542050379379368/posts/default/1642219676584899709'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3479542050379379368/posts/default/1642219676584899709'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estranhopornatureza.blogspot.com/2008/12/capitulo-i-o-nascimento-eram-quase-1400.html' title=''/><author><name>DuDu Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_aPOjPlZXYxI/SQiKHMi8xtI/AAAAAAAAAPI/HPZSmvL-DQM/S220/Duka!.jpg'/></author><thr:total>26</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3479542050379379368.post-6312016861344700892</id><published>2008-12-20T13:13:00.000-03:00</published><updated>2008-12-20T13:24:28.280-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 10"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 10"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Book Antiqua"; 	panose-1:2 4 6 2 5 3 5 3 3 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:647 0 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 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 &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; font-family: &amp;quot;Book Antiqua&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; font-family: &amp;quot;Book Antiqua&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Por DuDu Magalhães&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; text-indent: 35.4pt;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; font-family: &amp;quot;Book Antiqua&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; font-family: &amp;quot;Book Antiqua&amp;quot;;"&gt;Sempre li histórias bonitas, de pessoas bem sucedidas, vidas exemplares e, quase sempre, singulares. Com isso, cheguei a acreditar que este era o caminho para o sucesso, para a felicidade e para o amor. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; font-family: &amp;quot;Book Antiqua&amp;quot;;"&gt;Esta é uma verdade absoluta. Mas, poderia alguém que leva uma vida fora dos padrões de sucesso, felicidade e amor, ser reconhecido e conquistar os mesmos? Como encontrar a dita felicidade, se estamos presos num complexo sistema antifelicidade verdadeira? Será que há alguém que o coloque no caminho certo, hein? &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; font-family: &amp;quot;Book Antiqua&amp;quot;;"&gt;Bom, aprendi cedo que as verdades absolutas são sempre questionáveis, e o silencio pode dinamizar a mediocridade. Então falo da boca pra fora, ou do coração pra dentro? Seria uma heresia fazer uma afirmação absoluta, -pelo menos por enquanto- Porém, gostaria de dividir meu caminho -dito por muitos: irracional- com vocês. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; font-family: &amp;quot;Book Antiqua&amp;quot;;"&gt;Em um primeiro momento não tenho a pretensão de com isso parecer legal, inspirador, exemplo de vida, vitórias, e blá, blá, blá. Até porque não tenho talento para auto-ajuda. Apenas tenho uma grande necessidade de me expressar através das palavras. E um segredo que pode mudar tudo...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; font-family: &amp;quot;Book Antiqua&amp;quot;;"&gt;Mas o tempo sempre nos muda, ou somos nós que mudamos o tempo? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt; font-family: &amp;quot;Book Antiqua&amp;quot;;"&gt;Bom, este é apenas o início, o meio você faz, e o fim pode nunca chegar...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3479542050379379368-6312016861344700892?l=estranhopornatureza.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://estranhopornatureza.blogspot.com/feeds/6312016861344700892/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://estranhopornatureza.blogspot.com/2008/12/normal-0-21-microsoftinternetexplorer4.html#comment-form' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3479542050379379368/posts/default/6312016861344700892'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3479542050379379368/posts/default/6312016861344700892'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://estranhopornatureza.blogspot.com/2008/12/normal-0-21-microsoftinternetexplorer4.html' title=''/><author><name>DuDu Magalhães</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_aPOjPlZXYxI/SQiKHMi8xtI/AAAAAAAAAPI/HPZSmvL-DQM/S220/Duka!.jpg'/></author><thr:total>14</thr:total></entry></feed>
